22/05/2025 15:34 Publicado em 22/05/2025 às 15:34 Redação

Após quatro meses de interdição, JRO1 transmite edição especial da ponte sobre o rio Candeias

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Após quatro meses de interdição, JRO1 transmite edição especial da ponte sobre o rio Candeias

A equipe do Jornal de Rondônia 1ª Edição esteve na ponte sobre o rio Candeias nesta quinta-feira (22) para transmitir uma edição especial diretamente do local. Em janeiro deste ano, o tráfego foi interditado totalmente em uma das pontes após a estrutura apresentar fissuras. Desde então, os motoristas trafegavam pela ponte mais nova, que, desde o início deste mês, foi interditada parcialmente, pois também apresentou problemas estruturais.

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Diante dos novos riscos e com apenas uma das pistas liberadas de forma controlada para a passagem, os motoristas enfrentam uma espera de cerca de 30 minutos para atravessar. As queixas de quem passa pelo local são frequentes, e a equipe de reportagem acompanha de perto os relatos da população.

Entenda o que está acontecendo

 

A ponte antiga sobre o rio Candeias, localizada no km 694 da BR-364, entre Candeias do Jamari e Porto Velho (RO), foi interditada no 17 de janeiro de 2025, pois a estrutura apresentava fissuras.

Com isso, o Dnit desviou o tráfego para a segunda ponte existente no local, que anteriormente operava no sentido Porto Velho para Candeias do Jamari. Essa ponte passou a funcionar provisoriamente em mão dupla para acomodar o fluxo de veículos.

Após uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Rondônia (CREA-RO) nesta outra ponte, falhas estruturais também foram encontradas. O órgão enviou um ofício ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), solicitando laudos antigos, dados de monitoramento e informações sobre os prazos para recuperação da estrutura.

Em resposta, o Dnit interditou parcialmente o tráfego na segunda comprometida para controlar o fluxo. Desde então, os motoristas enfrentam uma espera de cerca de 30 minutos para atravessar.

O departamento informou em nota que prevê a reabilitação completa das pontes com uso de tecnologia extradossada — sistema semelhante ao das pontes estaiadas — que utiliza cabos externos para reforçar a superestrutura, proporcionando maior estabilidade e vida útil às obras.

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