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Política 06/05/2025 14:24 Redação

Lei de Cirone Deiró garante cuidado para mães atípicas

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Lei de Cirone Deiró garante cuidado para mães atípicas

A lei que cria a Semana Estadual da Mãe Atípica é de autoria do deputado estadual

Cirone Deiró

Mães e outros familiares de pessoas com deficiência participam, durante o mês de

maio, em Rondônia, de diversas atividades relacionadas a promoção de políticas

públicas voltadas para as famílias atípicas. As ações são amparadas pela lei

4.615/2019, modificada pela lei 5.723/ 2024, de autoria do deputado estadual Cirone

Deiró (União Brasil), que cria a Semana Estadual da Mãe Atípica. O projeto defende

também, a oferta, pelo poder público, de forma continuada, de atividades que

promovam a saúde física e mental de quem cuida.

Em Cacoal, as atividades relacionadas a Semana da Mãe Atípica serão realizadas

durante todo o mês de maio, em diversos espaços da cidade. A abertura será nesta

terça-feira (6), às 19h00, na unidade da Uninassau do Bairro do INCRA. O evento está

sendo promovido por meio de parceria firmada entre o deputado Cirone Deiró,

vereadores e entidades do município.

A programação inclui rodas de conversas, apresentações musicais, sorteio de brindes,

workshop sobre nutrição, enfermagem e educação física, avaliação nutricional,

bioimpedância e teste rápido, procedimentos de fisioterapia, odontologia e

automaquiagem, testes de glicemia, tipagem sanguínea, aulas de hidroginástica e de

exercício funcional, além de outras atrações.

De acordo com Cirone Deiró, o principal objetivo do evento é o de cuidar de quem

cuida, no sentido de amenizar as dificuldades enfrentadas pelos familiares de pessoas

com deficiência, principalmente as mães, que geralmente enfrentam uma exaustiva

jornada diária. Segundo ele, a ideia é oferecer lazer e socialização, mas também chamar

a atenção das autoridades para a necessidade da existência de mais apoio para as famílias atípicas.

Quanto a lei de sua autoria, o deputado disse que a iniciativa deve ser celebrada, mas que é

necessário que o projeto seja efetivamente implementado pelo Governo do Estado. “Precisamos de

uma rede de apoio para essas mães, que conte inclusive com um quadro de profissionais

multidisciplinar, com condições de prestar o atendimento que elas e seus filhos necessitam”, disse.

Texto: Eli Batista

Jornalista

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