31/07/2025 09:44 Publicado em 31/07/2025 às 09:44 Redação

Tarifaço de Trump: PIB de RO pode ter perda milionária com exportações aos EUA; veja quais produtos serão taxados

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Tarifaço de Trump: PIB de RO pode ter perda milionária com exportações aos EUA; veja quais produtos serão taxados

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) um decreto que impõe uma tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros, elevando o total para 50%. O tarifaço entra em vigor na quinta-feira (6) e deve causar prejuízos milionários para Rondônia. Em 2024, o estado exportou cerca de US$ 122,7 milhões para o mercado americano, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com o levantamento, os Estados Unidos são o 5º principal destino das exportações rondonienses, representando 4,7% das vendas externas. Com a nova medida, os produtos enviados ao país passarão a ser taxados em 50%.

O tarifaço deve comprometer o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Rondônia em 0,20%, com uma perda estimada de R$ 152 milhões na economia do estado, valor que deixaria de ser movimentado com a venda de produtos ao mercado norte-americano.

O principal item exportado por Rondônia para os EUA é a carne bovina desossada e congelada, que movimentou US$ 43,9 milhões no ano passado. Também devem ser diretamente afetados pela alta nas tarifas a soja, a carne fresca e o café.

Segundo a CNI, 76,6% das exportações de Rondônia para os EUA em 2024 vieram da indústria de transformação, setor que será o mais impactado com a nova medida americana. Confira os produtos de Rondônia que terão tarifa de 50% nos EUA:

Tarifaço de Trump: PIB de RO pode ter perda O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) um decreto que impõe uma tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros, elevando o total para 50%. O tarifaço entra em vigor na quinta-feira (6) e deve causar prejuízos milionários para Rondônia. Em 2024, o estado exportou cerca de US$ 122,7 milhões para o mercado americano, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com o levantamento, os Estados Unidos são o 5º principal destino das exportações rondonienses, representando 4,7% das vendas externas. Com a nova medida, os produtos enviados ao país passarão a ser taxados em 50%.

O tarifaço deve comprometer o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Rondônia em 0,20%, com uma perda estimada de R$ 152 milhões na economia do estado, valor que deixaria de ser movimentado com a venda de produtos ao mercado norte-americano.

O principal item exportado por Rondônia para os EUA é a carne bovina desossada e congelada, que movimentou US$ 43,9 milhões no ano passado. Também devem ser diretamente afetados pela alta nas tarifas a soja, a carne fresca e o café.

Segundo a CNI, 76,6% das exportações de Rondônia para os EUA em 2024 vieram da indústria de transformação, setor que será o mais impactado com a nova medida americana. Confira os produtos de Rondônia que terão tarifa de 50% nos EUA:

Carnes de bovino, desossadas, congeladas

Soja

Carnes de bovino, frescas ou refrigeradas

Café não torrado, não descafeinado

Sebo de bovinos, ovinos ou caprinos

Em contrapartida, Rondônia também importou US$ 92,7 milhões dos Estados Unidos em 2024. O país foi o 4º maior fornecedor internacional do estado. Entre os itens comprados estão máquinas agrícolas, aviões, produtos químicos e plásticos industriais.

Com o aumento das tarifas, o setor produtivo teme um efeito em cadeia, com impactos no preço dos insumos, na inflação e até na perda de contratos comerciais.

Tarifaço de Trump: PIB de RO pode ter perda milionária com exportações aos EUA; veja quais produtos serão taxados

Em 2024, o estado exportou cerca de US$ 122,7 milhões para o mercado americano. Estados Unidos são o 5º principal destino das exportações rondonienses, representando 4,7% das vendas externas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) um decreto que impõe uma tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros, elevando o total para 50%. O tarifaço entra em vigor na quinta-feira (6) e deve causar prejuízos milionários para Rondônia. Em 2024, o estado exportou cerca de US$ 122,7 milhões para o mercado americano, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com o levantamento, os Estados Unidos são o 5º principal destino das exportações rondonienses, representando 4,7% das vendas externas. Com a nova medida, os produtos enviados ao país passarão a ser taxados em 50%.

O tarifaço deve comprometer o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Rondônia em 0,20%, com uma perda estimada de R$ 152 milhões na economia do estado, valor que deixaria de ser movimentado com a venda de produtos ao mercado norte-americano.

O principal item exportado por Rondônia para os EUA é a carne bovina desossada e congelada, que movimentou US$ 43,9 milhões no ano passado. Também devem ser diretamente afetados pela alta nas tarifas a soja, a carne fresca e o café.

Segundo a CNI, 76,6% das exportações de Rondônia para os EUA em 2024 vieram da indústria de transformação, setor que será o mais impactado com a nova medida americana. Confira os produtos de Rondônia que terão tarifa de 50% nos EUA:

Carnes de bovino, desossadas, congeladas

Soja

Carnes de bovino, frescas ou refrigeradas

Café não torrado, não descafeinado

Sebo de bovinos, ovinos ou caprinos

Em contrapartida, Rondônia também importou US$ 92,7 milhões dos Estados Unidos em 2024. O país foi o 4º maior fornecedor internacional do estado. Entre os itens comprados estão máquinas agrícolas, aviões, produtos químicos e plásticos industriais.

Com o aumento das tarifas, o setor produtivo teme um efeito em cadeia, com impactos no preço dos insumos, na inflação e até na perda de contratos comerciais.

Impacto para Rondônia deve ser baixo, diz economista

Apesar da taxação elevada, o economista Otacílio Moreira de Carvalho informou que o impacto direto para o estado tende a ser baixo, devido à menor dependência de Rondônia em relação ao mercado norte-americano.

“Para o estado de Rondônia, o impacto está em uma situação de intermediário para baixo, uma vez que os Estados Unidos se configuram nos últimos anos como o quinto ou sexto maior destino das nossas exportações, representando atualmente menos de 5% do total exportado pelo estado”, explicou.

Segundo ele, os principais produtos afetados são justamente os mais comercializados com os Estados Unidos. Otacílio também destaca que, no caso do café, o efeito tende a ser menor por conta da alta demanda global.

Fonte: G1RO

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