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    Lei de Cirone Deiró garante cuidado para mães atípicas

    A lei que cria a Semana Estadual da Mãe Atípica é de autoria do deputado estadual
    Cirone Deiró

    Mães e outros familiares de pessoas com deficiência participam, durante o mês de
    maio, em Rondônia, de diversas atividades relacionadas a promoção de políticas
    públicas voltadas para as famílias atípicas. As ações são amparadas pela lei
    4.615/2019, modificada pela lei 5.723/ 2024, de autoria do deputado estadual Cirone
    Deiró (União Brasil), que cria a Semana Estadual da Mãe Atípica. O projeto defende
    também, a oferta, pelo poder público, de forma continuada, de atividades que
    promovam a saúde física e mental de quem cuida.

    Em Cacoal, as atividades relacionadas a Semana da Mãe Atípica serão realizadas
    durante todo o mês de maio, em diversos espaços da cidade. A abertura será nesta
    terça-feira (6), às 19h00, na unidade da Uninassau do Bairro do INCRA. O evento está
    sendo promovido por meio de parceria firmada entre o deputado Cirone Deiró,
    vereadores e entidades do município.

    A programação inclui rodas de conversas, apresentações musicais, sorteio de brindes,
    workshop sobre nutrição, enfermagem e educação física, avaliação nutricional,
    bioimpedância e teste rápido, procedimentos de fisioterapia, odontologia e
    automaquiagem, testes de glicemia, tipagem sanguínea, aulas de hidroginástica e de
    exercício funcional, além de outras atrações.

    De acordo com Cirone Deiró, o principal objetivo do evento é o de cuidar de quem
    cuida, no sentido de amenizar as dificuldades enfrentadas pelos familiares de pessoas
    com deficiência, principalmente as mães, que geralmente enfrentam uma exaustiva
    jornada diária. Segundo ele, a ideia é oferecer lazer e socialização, mas também chamar
    a atenção das autoridades para a necessidade da existência de mais apoio para as famílias atípicas.

    Quanto a lei de sua autoria, o deputado disse que a iniciativa deve ser celebrada, mas que é
    necessário que o projeto seja efetivamente implementado pelo Governo do Estado. “Precisamos de
    uma rede de apoio para essas mães, que conte inclusive com um quadro de profissionais
    multidisciplinar, com condições de prestar o atendimento que elas e seus filhos necessitam”, disse.

    Texto: Eli Batista
    Jornalista

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