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    Abuso de poder: servidor público afirma ter sido constrangido por vereador dentro de órgão público em Porto Velho

    Um servidor público municipal de Porto Velho (RO) registrou um boletim de ocorrência denunciando ter sido vítima de abuso de poder, constrangimento e exposição vexatória, supostamente praticados por um vereador, dentro de uma instituição pública da capital.

    De acordo com o registro policial, o fato ocorreu por volta das 11h30, quando o parlamentar entrou na sala onde o servidor exercia suas funções, acompanhado de outras pessoas. Conforme o relato, o vereador teria questionado de forma incisiva se o servidor estaria ciente de denúncias que vinham sendo feitas contra sua atuação profissional.

    Ainda segundo o boletim, o servidor afirmou que estava no exercício regular de suas funções e que não havia sido notificado formalmente sobre qualquer irregularidade. Mesmo assim, o vereador teria continuado com cobranças, mencionado denúncias e solicitado esclarecimentos de maneira pública, na frente de colegas de trabalho e subordinados, o que teria causado constrangimento e abalo emocional à vítima.

    O documento relata que o episódio provocou interrupção das atividades administrativas, gerando transtornos a outros setores da repartição. O servidor afirma ainda que se sentiu coagido e exposto, especialmente por estar sendo questionado diante de terceiros, em um ambiente institucional.

    A ocorrência foi registrada como exercício arbitrário ou abuso de poder, com base no artigo 350 do Código Penal, conforme descrito no boletim.

    Após o ocorrido, a situação chegou ao conhecimento do prefeito de Porto Velho, que teria tomado ciência dos fatos relatados no boletim. Conforme apurado, o servidor havia sido exonerado anteriormente, mas, diante do contexto e das informações apresentadas, o chefe do Executivo municipal determinou a renomeação do servidor, restabelecendo sua função.

    O caso agora segue sob análise das autoridades competentes, que irão apurar os fatos narrados no boletim de ocorrência para verificar eventuais responsabilidades.

    Até o momento, não há manifestação oficial do vereador citado, e o caso permanece em apuração.

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