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    MÁRCIO NOGUEIRA REPUDIA ATAQUES E DEFENDE A ADVOGADA ROSA MARIA CHAGAS EM RONDÔNIA

    A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rondônia (OAB-RO) divulgou nesta segunda-feira (4) uma nota pública em tom firme contra ataques direcionados à advogada Dra. Rosa Maria Chagas. A manifestação ocorre após a circulação de narrativas que, segundo a entidade, tentam desqualificar a atuação profissional da advogada em razão de clientes que ela representou no exercício regular da profissão.

    O presidente da OAB-RO, Márcio Nogueira, reagiu de forma contundente e classificou a situação como preocupante, destacando que a tentativa de associar advogados às causas ou aos interesses de seus clientes demonstra desconhecimento sobre o funcionamento do sistema de Justiça. A entidade reforça que o papel da advocacia é garantir o direito à defesa técnica a qualquer pessoa, instituição ou partido político, independentemente de posicionamento ideológico.

    Na nota, a OAB enfatiza que advogado não se confunde com cliente e alerta que a transferência de julgamentos ou críticas ao profissional por conta de quem ele representa pode abrir um precedente perigoso. Segundo a entidade, esse tipo de comportamento ameaça não apenas a honra individual da advogada, mas também a independência da advocacia como um todo.

    O texto também ressalta que transformar a atuação profissional em instrumento de desqualificação pública representa uma injustiça e pode gerar efeitos mais amplos, como o constrangimento e a rotulação de advogados conforme as causas que defendem. Para a OAB-RO, esse cenário compromete diretamente o direito de defesa e enfraquece garantias fundamentais da sociedade.

    Márcio Nogueira reafirmou que a independência técnica da advocacia é inegociável e garantiu que a entidade não admitirá qualquer tentativa de constranger profissionais que atuam dentro da legalidade e da ética. A manifestação é encerrada com um alerta direto: sem advocacia livre, não há justiça.

    A nota foi publicada no site oficial da OAB Rondônia e repercute no meio jurídico do estado, ampliando o debate sobre os limites das críticas à atuação de advogados e a necessidade de preservação das prerrogativas da profissão.

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