O vereador Marcos Combate esteve ao lado da família do jovem Douglas Ferreira da Silva, vítima de um grave acidente na Avenida Guaporé, em Porto Velho, e acompanhou de perto as cobranças por providências junto ao Instituto Médico Legal (IML) e ao Governo do Estado.
Segundo relatos, o corpo do jovem teria permanecido por quase sete horas no local do acidente, à espera do rabecão e da equipe do IML. A situação gerou revolta e comoção entre familiares e moradores, que apontam falta de estrutura no atendimento.
De acordo com o vereador, o caso evidencia um problema estrutural grave. Ele afirma que Rondônia contaria atualmente com apenas um rabecão e uma única equipe do IML para atender toda a região, o que, segundo ele, demonstra deficiência no serviço e demora nos atendimentos.
Marcos Combate acompanhou o irmão da vítima nas cobranças por explicações e medidas cabíveis, e informou que seu gabinete já acionou órgãos de controle para que o caso seja apurado. “Não é só sobre uma família, é sobre dignidade e respeito. Não é aceitável que um corpo fique horas no chão por falta de estrutura do Estado”, destacou.
A família pede respostas e providências para que situações como essa não voltem a acontecer. O caso reforça o debate sobre a necessidade de investimentos na estrutura da perícia e dos serviços de remoção de corpos no estado.


